para clientes

primeiros clientes · setembro de 2026

O que vocês compram. O que trazem. O que decidem.

Ofertas de referência para os primeiros clientes, o primeiro passo e o que fica do lado de vocês da mesa. O escopo e o preço exatos saem do estudo de prontidão.

§01   para quem é

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Uma operação recorrente, com ou sem agentes já rodando.

Um fluxo de trabalho que valha colocar em produção, um dono que saiba dizer o que é correto e sistemas que a gente possa acessar.

01   um fluxo recorrente

Entrada de pedidos, reembolsos, cobrança, ajustes de conta, exceções

Trabalho que chega todo dia, segue regras, toca dois ou três sistemas e hoje é feito por pessoas. Do tipo em que dá para contar minutos por caso e casos reabertos, antes e depois.

02   agentes já rodando

Um piloto que travou, uma plataforma comprada

Uma automação que cresceu além do que alguém testa, um deploy revertido. A recuperação começa pelos casos do próprio agente, dentro do acesso que vocês já dão a ele.

03   empresas reguladas

Onde a aprovação e a regra precisam ficar registradas

Serviços financeiros e outros setores supervisionados: o dono do fluxo e Risco aprovam, Compliance concorda, a evidência fica anexada ao registro de mudança (GMUD) de vocês, e o plantão continua sendo de vocês.

§02   o que vocês compram

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Um resultado definido e um escopo de operação claro.

Quatro ofertas. O setup é precificado uma vez; a operação, por mês; a inferência a custo, nas chaves de vocês. Cada uma termina em uma decisão que é de vocês.

cena 02   o ponto da ação

permitido · em espera · recusado

Cena 2 · como é a operação: cada ação avaliada quando chega. A maioria passa, algumas esperam uma pessoa, uma é mandada de volta. Sequência ilustrativa.owno.ai
ofertaduraçãoo que vocês recebemdecisão no fim
Estudo de prontidãoeconomia e prontidão do fluxo 2–3 semanas Linha de base, mapa de acessos, critérios de aceite, plano custeado. Vale mesmo quando a resposta é “não automatizar”. implantar, reduzir ou parar
Implantar e lançarum fluxo delimitado 8–12 semanas após o acesso Adaptadores, executor, testes a partir de casos reais, roteiro de operação, lançamento supervisionado. Sinal na assinatura. aceitar o escopo de produção
Operar e melhorarum fluxo em operação mensal Casos incluídos, janela de serviço, carga de revisão, franquia de mudanças. Inferência a custo. Revisão humana precificada, nunca implícita. renovar ou redimensionar pelo valor medido
Recuperar um agente existentefluxo conhecido, intervenção autorizada conforme o escopo Mapa de falhas, conjunto de aceite, correção dirigida, evidência da liberação. seguir com melhoria contínua

a regra

O custo do primeiro ano fica abaixo da metade do que a operação de vocês deixa de gastar

Se os números do estudo de prontidão não passarem nessa régua, a resposta certa é não fazer, e o estudo diz isso. As faixas de referência para os primeiros clientes são compartilhadas na primeira conversa; o preço exato sai do escopo.

o que não está no preço

Nada implícito

A inferência roda nas chaves de provedor de vocês e é mostrada a custo. A revisão humana é contada em horas e precificada. Uma segunda mudança de escopo tem preço próprio. Não há taxa por usuário nem cobrança por agente.

§03   o primeiro passo

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Comece por uma decisão que dá para inspecionar.

O estudo de prontidão é útil mesmo se a conclusão for não automatizar. Duas a três semanas, cinco entregas, uma decisão.

  • 01   linha de baseVolume, custo, minutos humanos, exceções. Os números que servem de régua para o resultado, combinados antes de qualquer trabalho.
  • 02   escopo concretoUm canal, um catálogo, o que fica manual. Um fluxo delimitado, não um programa.
  • 03   mapa de acessosSistemas, APIs, ambientes de teste, quem autoriza. O relógio de entrega começa quando isso existe.
  • 04   plano custeadoEntregáveis, prazo a partir do acesso, preço. O que o lançamento vai conter e o que não vai.
  • 05   go / no-goUma decisão clara, de vocês, com os números na mesa.

§04   já tem agentes?

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Já tem agentes rodando? A recuperação começa pelo que existe.

Os casos difíceis chegam depois da demo: contexto incompleto, regras que mudam, ferramentas que falham. O problema raramente é o modelo.

01   o que impede o uso amplo

Integração, supervisão, avaliação ou dados

Um mapa de falhas feito a partir dos casos do próprio agente diz qual. A maioria dos resgates não é troca de modelo.

02   execução ligada ao resultado

O que o agente fez, ligado ao ERP, ao CRM, ao financeiro

Enquanto a junção não existir, “funcionando” é um chute. O registro do caso é o número.

03   toda mudança com teste

Casos difíceis preservados, versões comparadas

Os casos que quebraram o agente viram o conjunto de aceite. As falhas críticas são contadas à parte.

04   no ambiente de vocês

Dentro do acesso combinado, sem trocar de plataforma

O agente fica onde roda; o registro vai para o data warehouse de vocês; a liberação deixa evidência.

Como um resgate se encaixa na implantação, do estudo de prontidão à operação, está na página de implantação. Implantação →

§05   o que trazer

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Qual fluxo olhamos primeiro?

Traga o dono do processo, uma amostra representativa e o custo atual. Uma sessão de trabalho define a próxima decisão.

quem

O dono do processo, e quem autoriza o próximo passo

A pessoa que sabe dizer o que é um resultado correto, e a pessoa que pode dizer sim ao estudo de prontidão.

o quê

Dez a vinte casos reais, com o resultado que tiveram

Inclusive os que deram errado. Eles viram o primeiro conjunto de aceite, e são eles que definem o preço do estudo.

quanto

O custo de hoje, ou o gargalo que ninguém mede

Minutos por caso, gente envolvida, a fila que espera. Se ninguém sabe, essa é a primeira constatação.

§06   dados, acessos e evidência

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O que fica do lado de vocês da mesa.

As respostas que a área de compras, a segurança e o compliance vão pedir, antes de pedirem.

  • As chaves de vocêsA inferência roda nas contas de provedor de vocês, pelo broker, a custo. Os agentes ficam com iscas; as chaves reais ficam dentro de owno.
  • O data warehouse de vocêsO registro do caso e o registro de ações ficam no data warehouse de vocês. owno trabalha sobre eles; não os leva embora.
  • O tenant de vocêsOs dados não saem do ambiente de vocês. owno assina os mesmos termos de tratamento de dados que qualquer operador, e nomeia seus suboperadores.
  • AcessoNominal, temporário e registrado. Dentro do mapa combinado no estudo de prontidão, e revogado com prova quando o trabalho termina.
  • AlçadaQuais passos rodam sozinhos e quais esperam uma pessoa é política de vocês, definida por quem é dono do fluxo, com bloqueio na ação. A revisão humana é precificada, nunca implícita.
  • EvidênciaEvidência de liberação e pacotes assinados: o histórico do agente, seu dono, suas regras, seus testes, os incidentes e o reparo deles, verificáveis sem uma conta owno.

§06.1

Encerrado não é concluído enquanto as chaves não forem revogadas com prova.

o primeiro passo

OWNO-WEB-1.2 · 2026-09-09

Comece por uma decisão que dá para inspecionar.

O dono do processo, dez a vinte casos reais e o custo de hoje bastam para uma primeira sessão. Um estudo de prontidão de duas a três semanas transforma isso em uma linha de base, um escopo, um mapa de acessos, um plano custeado e um go ou no-go.

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